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REVISTA BRASILEIRA DE ESTUDOS URBANOS E REGIONAIS – V. 19 | N. 2 (maio/ago. 2017)

SUMÁRIO

207. Editorial / Ana Cristina Fernandes, Norma Lacerda, Tiago Cargnin Gonçalves

Memórias da Presidência | Memories from the Presidency

219. Lá se vão trinta anos de ANPUR… / Ester Limonad

Artigos | Articles

235. Como anda a participação? As condições para a elaboração de planos diretores participativos / Elson Manoel Pereira

251. Entre o espaço abstrato e o espaço diferencial: ocupações urbanas em Belo Horizonte / Camila Diniz Bastos, Felipe Nunes Coelho Magalhães, Guilherme Marinho Miranda, Harley Silva, João Bosco Moura Tonucci Filho, Mariana de Moura Cruz e Rita de Cássia Lucena Velloso

267. A moeda social e o fortalecimento do espaço diferencial nas periferias / Gustavo Resgala

288. Só para o moço do corpo dourado do sol de Ipanema: distribuição espacial da economia noturna LGBT na cidade do Rio de Janeiro / Diego Santos Vieira de Jesus

310. The economic and spatial restructuring and development process in the North Sector of the Metropolitan Region of Belo Horizonte, Minas Gerais / Luciano dos Santos Diniz e Maura Pardini Bicudo Véras

326. Distribuição espacial de equipamentos de mamografia no Brasil / Pedro Amaral, Luciana Luz, Francisco Cardoso e Rosiene Freitas

342. Geographical proximity and technological intensity in manufacturing: evidence from the periphery of the São Paulo-Brasília axis at the beginning of the 21st century / Fernando Campos Mesquita e Daniel Pereira Sampaio

360. Inovação, desenvolvimento e espaço urbano: uma relação necessária mas não suficiente / Valdir Roque Dallabrida, Maria das Mercês Cabrita mendonça Covas e António Manuel Alhinho Covas

379. The new Brazilian Space: Amazônia Azul and its implications / Marianne L. Wiesebron

Resenha| Review

399. Seca e convivência com o semiárido: adaptação ao meio e patrimonialização da Caatinga no Nordeste brasileiro, de Caio Maciel e Emílio Tarlis Pontes / Thiago Romeu

 

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REVISTA BRASILEIRA DE ESTUDOS URBANOS E REGIONAIS – V. 19 | N. 1 (jan./abr. 2017)

SUMÁRIO

7. Editorial / Ana Cristina Fernandes, Norma Lacerda, Tiago Cargnin Gonçalves

Memórias da Presidência | Memories from the Presidency

17. ANPUR: articulação acadêmica na construção de agendas de pesquisa, de ensino e de política científica, urbana e regional, 2009-2011 / Leila Christina Dias

Artigos | Articles

31. Legitimidade institucional e (des)ordem fundiária urbana / Eliane Alves da Silva e Herbert Rodrigues

48. Post-Constitutional Urban Policy: the experience of the Municipality of Rio de Janeiro / Angela Moulin S. Penalva Santos

64. O prefeito Graciliano Ramos pelo olhar da Gestão Urbana contemporânea / Clovis Ultramari, Mario Procopiuck e Manoela Massuchetto Jazar

89. A cidade-mercadoria e o marketing urbano na (re)construção da imagem dos espaços públicos: o caso da marca da cidade do Rio de Janeiro / Giovana Goretti Feijó de Almeida e Vonia Engel

106. Polos e áreas de influência: uma proposta de regionalização econômica para o estado do Paraná / Daiane Marani Gotardo e Jefferson Andronio Ramundo Staduto

125. Frontiers and economic institutions in Brazil: an approach focused on the new institutional economics / André Cutrim Carvalho

148. The Middle and Lower Xingu: the response to the crystallization of different temporalities in the production of regional space / Juliana Mota de Siqueira, Ana Paula Dal’Asta, Silvana Amaral, Maria Isabel Sobral Escada e Antônio Miguel V. Monteiro

164. Do Sudeste da Amazônia Legal ao Centro Norte: as transformações econômicas espaciais / Thiago José Arruda de Oliveira e Moacir Piffer

179. Escalas de la planeación y vulnerabilidad territorial en México / Blanca Rebeca Ramírez Velázquez

Resenha| Review

195. Louis-Joseph Lebret na América Latina: um exitoso laboratório de experiências em planejamento humanista, de Virgínia Pontual / Sarah Feldman

 

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RBEUR – 19 | 1

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REVISTA BRASILEIRA DE ESTUDOS URBANOS E REGIONAIS – V. 18 | N. 3 (set./dez. 2016)

SUMÁRIO

351. Editorial: “Amanhã há de ser um outro dia!” / Ester Limonad

Conferência | Conference

363. Insurgência, planejamento e a perspectiva de um urbanismo humano / Faranak Miraftab

Além do Planejamento e do Urbanismo: em busca de um espaço diferencial

Beyond Planning and Urbanism: in search of a differential space

381. O campo e a práxis transformadora do Planejamento: reflexões para uma agenda brasileira / Jeroen Johanes Klink, Sandra Momm, Silvana Zioni, Arilson Favareto e Mariana Mencio

393. Planificación urbana capitalista: apuntes para una reflexión crítica a la producción social del espacio / Jorge Mario Carmona Vanegas

408. Vila Autódromo in dispute: subjects, instruments and strategies to reinvent the space / Fernanda Sánchez, Fabrício Leal de Oliveirae Poliana Gonçalves Monteiro

428. Ocupações urbanas: a poética territorial da política / Natália Lelis

445. Proyección de un espacio diferencial a partir de la rehabilitación urbana y la participación social: el caso del centro cultural la Redonda y Parque Federal, Santa Fe, Argentina / María Mercedes Cardoso

466. Das instalações de balanços nos espaços públicos: o que elas podem revelar sobre a produção das cidades contemporâneas? / Jana Miranda Mendes Lopes

485. Da carnavalização do planejamento urbano para Belo Horizonte-para-a-guerra: da política ao político e vice-versa / Frederico Canuto

507. Urbanização planetária ou revolução urbana? De volta à hipótese da urbanização completa da sociedade / Rodrigo Castriota

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REVISTA BRASILEIRA DE ESTUDOS URBANOS E REGIONAIS – V. 18 | N. 1 (jan./abr. 2016)

SUMÁRIO

 7. Editorial (Português) / Ana Cristina Fernandes, Norma Lacerda e Tiago Cargnin

13. Editorial (English) / Ana Cristina Fernandes, Norma Lacerda e Tiago Cargnin

Homenagem | Tribute

19. Homenagem a Brasilmar Ferreira Nunes / Norma Lacerda

Artigos | Article

23. Lutas por terra e território, desterritorialização e território como forma social / André Dumans Guedes

40. Entre manezinhos e haules: velhos e novos conflitos na identidade socioespacial florianopolitana / Marina Toneli Siqueira

57. Mulheres na periferia do urbanismo: informalidade subordinada, autonomia desarticulada e resistência em Mumbai, São Paulo e Durban / Luciana Fukimoto Itikawa

77. Abandonados por uns, ocupados por outros: edifícios de apartamentos no centro paulistano / Felipe Anitelli e Marcelo Tramontano

92. The inclusion and access of social housing movements to Minha Casa Minha Vida: the emergence of the Entidades modality / Patricia Maria de Jesus

111. Participatory institutions and the housing issue: an exploratory study into the types of debate surrounding participation, resolution and funding / Walkiria Zambrzycki Dutra, Leonardo Barros Soares

129. Modernização e modernidade em Maringá 1947-1967: episódios de arquitetura e cidade em uma frente pioneira / Ana Carolina Pussi de Brito eAndré Augusto de Almeida Alves

148. Novas lógicas espaciais do setor de transporte aéreo regional no estado de São Paulo / Ana Paula Camilo Pereira

Resenha | Review

167. Sinais de fumaça na cidade: uma sociologia da clandestinidade na luta contra a ditadura no Brasil, de Henri Acselrad / por Beatriz Silveira Castro Filgueiras

 

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RBEUR – 18 | 1

PORTADA AAA058

Editorial: Juntando voluntades      
Gustavo Luis Moré / Ramón Gutiérrez

CARIBBEANA
Panorama: Trazos en el mar: Guillermo González Arquitecto de la modernidad dominicana   
Silvia Arango / Gustavo Luis Moré
Panorama: AAA Pro_File 07:  «Los Caro», Tres generaciones de Arquitectura, Urbanismo y Construcción / Itinerario de un arquitecto humanista
Gustavo Luis Moré / Alex Martínez Suárez
Biblioteca: Publicaciones Recientes      
Lorena Tezanos Toral

SAL XVI, SANTO DOMINGO: PONENCIAS
Reseña general: XVI Seminario de Arquitectura Latinoamericana SAL 2015  
Mizoocky Mota
Discurso: Discurso de apertura SAL 2015     
Miguel Fiallo Calderón
Ponencia: Heterotopías    
Mario Sabugo
Ponencia: Denominando    
Silvia Arango
Ponencia: Reflexiones sobre la heterotopía: siete tesis sobre la arquitectura panameña  
Eduardo Tejeira Davis
Ponencia: Arquitectura y naturaleza en el habitat del Caribe mexicano    
Louise Noelle
Ponencia: Benacerraf & Gómez: obras en Caracas, Venezuela  
Hannia Gómez
Ponencia: Finding the centre: locating Caribbean architectural practice      
Mark Raymond
Ponencia: Arcadia y el [des]encanto de la máquina tropical         
María Isabel Oliver
Panorama: Premios América SAL XVI 2015 / Premios Gran Caribe      
AAA / Omar Rancier
Premio América Teoría y Crítica: CARIMOS: el archipiélago del mar patrimonial      
Eugenio Pérez Montás
Premio América Teoría y Crítica: Poema a Santo Domingo     
Jorge Ramos

SAL XVI, SANTO DOMINGO: PROYECTOS Y OBRAS
Aulario, Universidad Ricardo Palma, Lima, Perú / Casa Díaz, Antioquía, Lima / Casa en Caleta, Playa Misterios / Casa G, Playa Barrancadero / Casa Torres Llosa / Casa Awapara    
Juvenal Baracco
Edificio de negocios y autobanco, Escazú, San José, Costa Rica / Edificio de facultades, Universidad Iberoamericana, San José, Costa Rica    
Bruno Stagno, Premio América a Obra SAL XVI / Pietro Stagno
Centro para invidentes y débiles visuales, México, D.F. / Escuela de Artes Plásticas, Oaxaca / Campamento de Edificios Públicos, México, D.F.          
Taller de Arquitectura, Mauricio Rocha
Guarumos, casa y funicular, Puntarenas, Costa Rica / Casa Indios Desnudos, Península Papagayo / Casa Ron Ron, Costa Rica        
Víctor Cañas
Casa SaLo, Punta Lorenzo, Panamá / Casa Bovarnick-Castro, El Copé, Panamá / Casa Bermingham-Longwater, Gamboa, Panamá      
Patrick Dillon, ENSITU, S.A.
Delpin House, Puerto Rico / El Blok Hotel, Vieques, Puerto Rico / Therapeutic Pools, Escuela La Esperanza, San Juan, Puerto Rico Fuster + Architects
Parque Luis Muñoz Marín, San Juan de Puerto Rico     
Andrés Mignucci Arquitectos / Texto: María Isabel Oliver
I.U.F.M. de Guyane / Marie annexe de Maripasoula, antenne du Parc Amazonien de Guyane et bureau de poste a Taluhwen / Maison de la Reserve Naturalle des Marais de Kaw-Roura                                                                                                                                                                Jungle Architecture Group, Franck Brasselet
Etude pour une eglise, ville de Goyave, Guadeloupe  
Emile Romney, Pile et Face
Campus Ecopark, Universidad Las Américas, Quito, Ecuador  
Eliash Arquitectos
Plaza Mirador Pablo Neruda, Santiago, Chile
Carlos Martner, Humberto Eliash
Clínica Centro Diagnóstico Docente, R. D. / Casas «Y» y «H», Los Establos, Cap Cana, R.D.
José Horacio Marranzini, Alejandro Marranzini
Palabras finales SAL XVI, Santo Domingo
Omar Rancier

Editrial: Juntando voluntades
Gustavo Luis Moré / Ramón Gutiérrez

Esta edición de AAA058 ha sido dedicada a reseñar el XVI Seminario de Arquitectura Latinoamericana, celebrado en la República Dominicana a inicios del mes de noviembre del pasado año 2015, y organizado por un consorcio de instituciones, liderado por la Universidad Nacional Pedro Henríquez Ureña (UNPHU) y la revista Archivos de Arquitectura Antillana (AAA), en el que participaron también la Universidad Central del Este (UCE) y la Universidad Iberoamericana (UNIBE); contó además con la colaboración de la PUCMM, la Sociedad de Arquitectos de la República Dominicana, la Fundación Erwin Walter Palm, e innumerables colegas y patrocinadores privados. El evento, desarrollado durante una semana completa en la que la sede fue desplazada entre la UNPHU, UNIBE y la UCE, logró una convocatoria extraordinaria de estudiantes y profesionales locales, quienes acudieron masivamente a compartir las conferencias de renombrados visitantes extranjeros y un grupo selecto de profesionales dominicanos, tanto del área privada como del sector público, cuyos proyectos en curso más significativos fueron presentados en una sesión especial desarrollada en San Pedro de Macorís.

AAA058 ha resumido una muestra —incompleta pero significativa—, de las ponencias teóricas y las presentaciones de obras de muchos de los actores del programa. Incluímos de manera especial a los cuatro arquitectos elegidos como recipientes del Premio América: Jorge Ramos (Argentina) y Eugenio Pérez Montás (R.D.) galardonados en Teoría e Historia, y Juvenal Baracco (Perú) y Bruno Stagno (Costa Rica), premiados como diseñadores. La edición incluye además reseñas de dos publicaciones de gran relevancia en el panorama local, y de los eventos que le dieron cabida: en primer lugar, el lanzamiento del libro Trazos en el mar: Guillermo González Arquitecto de la modernidad dominicana, patrocinado por el Banco Popular Dominicano; y el de AAA/ Pro_File 07, dedicado a «Los Caro: tres generaciones de arquitectura, urbanismo y construcción». Este último fue puesto en circulación como parte del programa de eventos de la muestra organizada por el Centro Cultural de España en la República Dominicana, titulado José Antonio Caro Álvarez: itinerario de un arquitecto humanista.

Incluímos en este editorial, las palabras especialmente escritas para la edición por el Arq. Ramón Gutiérrez, fundador de los SAL y uno de sus espíritus más solidarios.

Juntando voluntades: SAL Santo Domingo
Ramón Gutiérrez

En el año 2000 el Seminario de Arquitectura Latinoamericana (SAL) se reunió en San Juan de Puerto Rico para articular el diálogo con el Caribe en una reunión memorable que integró nuevas voces y pensamientos. Quince años después, los colegas y amigos de la República Dominicana, impulsados por las universidades reiteraron la gestación del espacio del diálogo de las periferias del archipiélago.

Lo hicieron en la convicción de que todo el continente es un archipiélago de realidades locales y regionales que remiten justamente a esta nueva instancia de un mundo americano sin fronteras, horizonte esperanzado de una Patria Grande que el siglo XIX fue desvaneciendo. Un archipiélago es más que una sumatoria, implica que cada esquirla se testimonia a sí misma pero también pertenece a un sistema y por ende su presencia afecta al conjunto de sus integrantes. El Caribe, las Guayanas y las Antillas nos brindan a los americanos la indudable riqueza de la diversidad cultural en nuestro espacio americano predominantemente de origen hispano-lusitano.

Cuando pensamos en patrimonio e identidad, buscamos muchas veces fortalecer lo local sobre una dimensión globalizadora que puede sumergirnos en una abstracción conformada sobre la base de valores que nos son ajenos o que no son relevantes para nosotros. Esto ha sucedido con lecturas que no han interpretado que nuestro archipiélago americano tiene múltiples facetas que no perturban la identidad, porque justamente hay pluralidad de identidades y, además, la identidad se va construyendo permanentemente articulando lo fragmentado o potenciando nuevas alternativas. Lo diverso no perturba la identidad, la enriquece si sabemos tener la voluntad de construir conjuntamente.

Hemos planteado la necesidad de nuevas miradas desde el patrimonio americano, con valores que testimonien estas múltiples realidades. Hemos propiciado la fusión de las Convenciones de Patrimonio Cultural-Natural, de lo inmaterial y de la Diversidad Cultural en una única Convención del Patrimonio de UNESCO que atienda inteligentemente nuestras declaratorias y genere las herramientas de actuación adecuadas.

Es preciso admitir que buena parte del patrimonio material declarado por gobiernos y la propia UNESCO tienen su fundamentación, no en las calidades artísticas y funcionales de los edificios, sino en los acontecimientos inmateriales (históricos o culturales) que sucedieron en ellos. Es preciso señalar a la UNESCO que no debe continuarse en declaratorias que sean sumatorias de conjuntos individuales sino que deben reconocer el sistema al cual pertenecen. Las declaratorias de Ouro Preto, Mariana, Diamantina, deberían verse en el contexto de territorio minero del Brasil involucrando a Tiradentes, Congonhas y otros lugares precisos. Lo propio debería hacerse con los conjuntos de los treinta pueblos de las misiones jesuíticas de guaraníes o los de Chiquitos. La escala del «patrimonio territorial» es clave para entender el proceso americano.

Todo sería más razonable si fuéramos capaces de diferenciar la noción de «bien cultural» del concepto de «patrimonio». El primero es aquel bien que los técnicos o especialistas pueden distinguir y sugerir proteger por sus valores intrínsecos. Sin embargo, ese «bien cultural» será efectivamente patrimonio cuando la comunidad a la cual pertenece se apropie de él y actúe atendiendo a su preservación. El concepto de patrimonio implica imprescindiblemente la participación activa de la comunidad en el rescate y mantenimiento del bien. La acción del Estado y la privada ayudará a la vez a que los bienes culturales encuentren la tutela y la gestión adecuada, atendiendo siempre a la idea de que «el patrimonio debe ganarse la vida».

Es preciso también que nuestro archipiélago americano revise los conceptos tradicionales de «autenticidad» y de «valor universal» para ajustarlos a nuestras propias realidades culturales. También discutir a fondo las políticas de «centros históricos» y la necesidad de aceptar que toda la ciudad es «histórica» con lo cual las medidas de acción patrimonial deben también atender a las realidades de las comunidades barriales al mismo tiempo que traten de evitar el vaciamiento de los centros históricos en función del comercio turístico.

El SAL volvió a encontrar su espacio en Santo Domingo y en San Pedro de Macorís, convocó a nuevas voces y a atentos oyentes, reunió algo que ya es tradicional en el SAL, la voluntad de estar y participar de muchos colegas de distintos países que entienden que están ante un movimiento que aportará renovadas ideas y propuestas para mejorar la arquitectura y el urbanismo de nuestro archipiélago americano. Se nos volverá a decir que somos un grupo de amigos y tienen razón, somos muy amigos y además desde hace más de 35 años, juntando voluntades, seguimos incorporando nuevos amigos. En definitiva, una virtud.

PORTADA AAA057

Editorial: Nuevos espacios para los nuevos tiempos  
María del Mar Moré / Gustavo L. Moré

CARIBBEANA  
Las artes visuales en República Dominicana durante el 2015  
Marianne de Tolentino
Seminario de Arquitectura Latinoamericana: SAL XVI Santo Domingo 2015  
Marcos Blonda (para PeNéLopE)
Mi cuerpo en los umbrales: disertaciones que se pasean entre la arquitectura y la presencia onírica en los espacios
Denisse Español

ARQUITECTURA DE INTERIORES: OBRAS RECIENTES EN RD     
Artífice de Sueños  
Sandra Elhert Diseño de Interiores E.I.R.L.
Apartamento privado, Los Cacicazgos  
Patricia Álvarez Diseño & Arquitectura
Apartamento privado, Torre Copey
Andrés Aybar
Apartamento, Torre Copey  
Gutiérrez Rodio Workshop
Apartamento privado, Torre Dúe  
Yudelka Checo
Apartamento, Torre PD-8      
Ana Teresa Varela / Javier Pérez Pittaluga                                                                                                                                                                                       Apartamento familiar en Santo Domingo  
Casa Taller Teófilo Cruz
The pool house  
Andrés Aybar
Residencia en Playa Bonita, Las Terrenas, Samaná  
Sandra Elhert Diseño de Interiores E.I.R.L.
404 Offices     
Antonio P. Haché / Alejandro Marranzini
Casa Mobel
Selman & Asociados
Benjamin Moore  
Michelle Urtecho
Arturo Fuentes Cigar Club, Ciudad Colonial  
Decor Files / Lorena Jiménez / Laura Subero
Osteria Da Ciro  
Gutiérrez Rodio Workshop
Trattoría Pizzarelli, Ágora Mall  
Liza Ortega Arquitectos / Carla Abusada
Sports Bar, Santo Domingo Country Club  
ORBITARQ / José Horacio Marranzini / Alejandro Marranzini / Antonio P. Haché

 

Editorial: Nuevos espacios para los nuevos tiempos
María del Mar Moré / Gustavo L. Moré

Esta edición retoma el tema de la arquitectura de interiores en República Dominicana, hecho que abordamos con cierta frecuencia y que, en esta ocasión, ha evidenciado la dedicación de muchos de los principales diseñadores locales en recrear ambientes cada vez más acogedores y sofisticados para los habitantes de las crecientes torres de apartamentos y de oficinas que dibujan el nuevo perfil de la capital.

En los últimos años la arquitectura de interiores ha dado un salto cualitativo importante en la República Dominicana. Entendemos que, cada vez más, hay mayor conciencia de la habilidad que tienen los diseñadores de interiores y los arquitectos en crear ambientes integrales con todos los requerimientos de un espacio funcional y a la vez exquisito visualmente, enriqueciendo positivamente la vida diaria de sus usuarios.

Todos estos diseñadores y arquitectos son personas a quienes les apasiona el diseño, e indagan cómo crear espacios que transmitan una sensación particular a sus clientes, al programa operativo de cada proyecto y al lugar de su realización, logrando así ser ambientes únicos y existencialmente estimulantes. Algunos son más tradicionales y otros mucho más atrevidos en su composición, en la elección de materiales y en el mobiliario. Estos profesionales del diseño llevan a la realidad sus ideas conceptuales con un elevado nivel de detalles que dejan de manifiesto su dedicación y buen gusto.

AAA057 ofrece en esta selección —como siempre incompleta y apretada—, algunos proyectos de distinguidos profesionales como Sandra Ehlert, Patricia Álvarez, Andrés Aybar, Yudelka Checo, Ana Teresa Varela junto a Pérez Morales & Asociados, Michelle Urtecho, Lorena Jiménez y Laura Subero, y Carla Abusada junto a Liza Ortega; y de los arquitectos Teófilo Cruz, Rafael Selman, Danilo Rodio y Jorge Luis Gutiérrez, Antonio P. Haché y Alejandro Marranzini, y sus respectivos equipos de colaboradores y suplidores. La aproximación al proyecto, hasta hace poco tiempo diferenciada entre interioristas y arquitectos, parece irse disolviendo en la medida en que las fronteras entre ambas disciplinas se desdibujan, las paletas se amplían progresivamente.

Sandra Ehlert con su proyecto «Artífice de sueño» permite a AAA tener la primicia en la publicación de esta obra maestra, ganadora de Doble Medalla de Oro para la región Caribe en la VIII Bienal Iberoamericana CIDI de Interiorismo, Diseño & Paisajismo 2015–2016. Este proyecto está lleno de sorpresas; desde que entramos al apartamento empezamos a disfrutar de los detalles, tal es el caso de la puerta del ascensor, una pieza de mármol esculpido, diseño de Ehlert. Se utilizaron muchos elementos de la naturaleza, tales como diversos mármoles, madera, fibras, ladrillo, y el siempre presente verde de plantas y hojas.

Ehlert también incluye en esta edición un apartamento en Playa Bonita, Las Terrenas, en el cual unió dos apartamentos verticalmente para poder acomodar a toda la familia y a sus amigos en un mismo lugar. Patricia Álvarez remodela un apartamento de familia para convertirlo en un bachelor pad. Andrés Aybar con The pool house transforma un townhouse ubicado en el área de la piscina de una residencia, en el hogar de una pareja de jóvenes recién casados. Aybar también colabora con un apartamento en Torre Copey, en el cual llena de detalles únicos cada rincón. En esta misma torre, el taller Gutiérrez y Rodio nos ofrece una propuesta de rica expresión geométrica. Ana Teresa Valera, junto al estudio de Pérez Morales, logra crear un estilo arquitectónico industrial moderno con los materiales de terminación que fueron seleccionados: el hormigón visto y la madera. Teófilo Cruz, en un apartamento en Piantini, ofrece una exquisita mezcla de lo tradicional y lo moderno con una paleta cromática de blancos, sepias y colores pasteles.

También incluimos obras en el ámbito comercial e institucional: los arquitectos de Orbitarq, Antonio P. Haché y Alejandro Marranzini, diseñan 404 Officies, un buffete de abogados en la misma torre de su autoría, Torre Corporativa 2010. Orbitarq también participa en esta edición con la remodelación del Sports Bar, del Santo Domingo Country Club. Rafael Eduardo Selman & Asociados diseña la tienda Casa Mobel con gran sencillez y calidez, una paleta básica de paredes blancas y piso gris con detalles de revestimientos en madera. Benjamin Moore abre sus puertas por primera vez en República Dominicana y Michelle Urtecho diseña su eficiente showroom.

Lorena Jiménez y Laura Subero, de Decor Files, se estrenan en AAA con la elegante tienda Arturo Fuentes Cigar Club, en la Zona Colonial de Santo Domingo. La Osteria da Ciro, situada en el pleno corazón del Polígono Central, ha sido un exitosos lugar gastronómico, ejecutado por el estudio Gutiérrez y Rodio. La diseñadora Carla Abusada ideó la Trattoria Pizzarelli de Ágora Mall y Liza Ortega se encargó del aspecto arquitectónico y la ejecución, logrando un ambiente acogedor y agradable con la selección de materiales manejados en el proyecto.

Por otro lado, la edición adelanta una noticia del recién celebrado SAL XVI en la República Dominicana. El XVI Seminario de Arquitectura Latinoamericana (SAL) se celebró en las ciudades de Santo Domingo y San Pedro de Macorís, del 2 al 6 de noviembre de 2015, explorando el tema «Del Sincretismo a la Heterotopía». En esta edición incluimos una reseña fotográfica del evento junto a una crónica reflexiva de la pluma de Marcos Blonda, escrita para el blog de Omar Rancier Penélope. La próxima AAA058 brindará una cobertura profunda de este importante evento de teoría y práctica arquitectónica latinoamericana contemporánea, a través de la publicación de las principales obras y artículos expuestos.

Marianne de Tolentino nos ofrece su visión crítica del acontecer del arte dominicano en este año. Como siempre aguda, detallista, perpicaz, su reseña recoge en pocas páginas e imágenes, un año inusualmente activo y estimulante.

Denisse Español, escritora y arquitecto, nos remite un texto de sutil introspección, vinculando arquitectura, cuerpo y sueños.

Como todo fin de año, celebramos junto a nuestros colaboradores, auspiciadores y lectores la existencia de una edición más. Miramos hacia el 2016 con esperanza y con orgullo, ya que en la edición de mayo, cumpliremos 20 años de labores ininterrumpidas. Algo especial viene. Acompáñenos, sigamos juntos por este tránsito fugaz…

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Editorial   

Diversificación en la infraestructura turística

Visto rápidamente, se podría decir que el contenido de la edición 93 está compuesto por obras de diversas tipologías; sin embargo, una lectura más atenta nos permite alinearlas en un mismo eje temático relacionado con el turismo.

El Aeropuerto Internacional de Punta Cana es un proyecto de infraestructura y transporte aéreo que desde su creación en 1984 ha sido un elemento clave del desarrollo turístico de la región Este de la República Dominicana. Su continuo proceso de expansión lo ha llevado a ser el número uno del país en cuanto a flujo de pasajeros y conectividad, y su apego a las normas y estándares internacionales –relacionados con la seguridad aeroportuaria, el desenvolvimiento de los pasajeros y la calidad de los servicios– lo han hecho merecedor de importantes reconocimientos dentro y fuera del país. En este reportaje destacamos la calidad arquitectónica de las nuevas terminales, que integran una plástica y espacialidad contemporánea en un estilo original protagonizado por materiales vernáculos como las estructuras de troncos y las cubiertas de cana.

El segundo proyecto es Los Establos, que posiciona la República Dominicana como destino en el mundo del deporte ecuestre, disciplina muy exclusiva y que ha tenido gran auge en los últimos años. Con apenas seis meses en funcionamiento, el complejo ya ha sido sede de importantes competencias internacionales. Sus instalaciones responden a altos estándares y protocolos internacionales en cuanto al cuidado y seguridad de los caballos, y al mismo tiempo son una muestra de arquitectura y diseño de interiores tropical y contemporáneo que destaca el entorno natural.

Por otra parte, el equipo editorial ha visitado nuevamente los estudios de cine Pinewood Dominican Republic de Juan Dolio, dando continuidad a la publicación realizada hace dos años cuando empezaban a funcionar. Esta vez se trata de los edificios de recepción y producción: ambas instalaciones tienen ambientes idóneos para los procesos de creación relacionados con la industria del cine, un sector en auge de la economía dominicana.

También incluimos el rescate y readecuación del parque y el malecón de Miches, un proyecto urbano de pequeña escala pero con un gran potencial como catalizador de cambios para la vida urbana y el atractivo turístico de esa localidad situada en la margen sur de la bahía de Samaná. Esta obra asociada al proyecto de infraestructura vial de la región expande el polo turístico Macao-Punta Cana, y abre nuevas oportunidades para Miches, Sabana de la Mar y otras comunidades de escaso desarrollo pero con recursos naturales de impresionante belleza.

Todas estas obras nos refieren a un futuro esperanzador para la República Dominicana como multidestino turístico, siempre que se cuente con estrategias y planificación adecuadas para atraer nuevas inversiones, diversificar la oferta y maximizar la promoción de otras opciones que abarquen desde el turismo de sol y playa hasta el ecológico y los especializados, como el turismo cultural, de salud, de negocios, de cruceros o el de los hoteles boutique, con proyectos de alto nivel como Playa Grande Beach Club (presentado en el número pasado) y el nuevo Amanera de Aman Resorts que será parte de nuestra próxima edición: ¡estén atentos!

Contenido

Academia

Concurso > Tejánica: Un nuevo centro de tecnología para el Mirex > Carmen Ortega, p. 16

Cultura

Hábitat >  La casa-taller de Salvador Vasallo. el paraíso de un  artista > Guadalupe Casasnovas, p. 26

Viajes > Postales del espacio en bogotá y medellín > Elia Mariel Martínez Moisés, p.33

Teoría y crítica

Evento > Retrato de un maestro testimonio íntimo> Alex Martínez Suárez, p.39

Premio >  Alejandro Aravena: otro Pritzker para Latinoamérica, p.45

Paisajismo > Integración urbana desde el paisaje > Ana Báez Sarita, p.50

zooms

Hábitat senior >Revestimientos de pisos y baños, p.116
Pinewood dominican republic studios >Cerramientos de cristal, p.108

Técnica

Detalle > Estantería divisoria: Oficinas ejecutivas de Pinewood studios y Lantica Media
> Arq. Ivanna Bolonotto, 132
Diseño

Aeropuerto de Punta Cana, p.68

Los Establos, p.82

Pinewood studios, p.96

Hábitat senior, p.110

Solera, p.126

Malecón de miches, p.58

Catojisa, p.118

 

 

 

 

PORTADA_ REVISTA180_N36

Editorial

Área poco clara

El cruce entre la arquitectura, el arte y el diseño fue y es la esencia que persigue explorar y difundir la revista 180. El camino de la difusión del conocimiento que hemos trazado ha mantenido señales de alerta con cada uno de los números publicados. Esas dificultades constantes, justamente se suscitaron ante esos textos complejos, con figuras desenfocadas, que planteaban la superposición de incumbencias, incluso pensamientos y materialidades desprejuiciadas.

Supusimos que, a lo mejor, se podían agrupar en una interzona, una edición delimitada como un área indescifrable, ingrávida, donde bien poco se conoce bajo cuales leyes se define o se rigen las acciones de la creación.

¿Ambigüedad?
¿Integración?
¿Interdisciplina?

Reafirmamos que la interzona nos remite a aquellos intersticios dónde aparecen a la luz particularidades sugerentes de reflexión disciplinar sobre el diseño. Y en este número los autores nos ofrecen agudizar una deliberación a partir de un umbral inaugural: el proyecto como dispositivo de disenso, la recuperación de la subjetividad y la recomposición de las prácticas académicas en diseño. Si bien estos ejes cercan a una posible interzona de índole formativa, el resto de los contenidos plantean divagar hacia otras direcciones.

Incluimos como estimulante de la asociación de la arqueología con la arquitectura en objetos “compartidos” hasta conocer los tipos con que se levantan “las ramadas”, espacios para acoger las fiestas chilenas y que se asemejan a una postura revisionista sobre la visualidad de las ciudades que existieron solamente bajo el efecto del proyector en una pantalla.

En ambos casos, empujan a la ficción (en sus distintas variables) como el único sendero a desenmarañar una interzona entre las disciplinas creativas, o a las vanguardias, un hilo conductor ejemplar que amarró artistas con arquitectos chilenos en pos de la transformación moderna.

En este conjunto de textos, el artículo sobre los gabinetes de la ciudad ofrece una llave clarificadora del tema en este número, citando que identificar una especie significa convertir sus características formales y materiales en esencias; así lo visible se convierte en una entidad descriptible. ¿Será que la interzona nunca alcance a figurarse y que en su propio espacio imaginado y deseado siga cabiendo más las incertidumbres que a lo nuevo por reconocer y clasificar?

Marcelo Vizcaíno
Profesor e investigador
Editor de Revista 180

Escuela de Arquitectura
Facultad de Arquitectura, Arte y Diseño
Universidad Diego Portales
Santiago/Chile

INTERZONAS
Revista_180 | Año 19 | Número 36 | arquitectura_arte_diseño
Diciembre 2015

SUMARIO • INDEX
03 • EDITORIAL / Marcelo Vizcaíno

04/09 • SEMIÓTICA Y OBJETOS ARQUEOARQUITECTÓNICOS: ASPECTOS TEÓRICOS Y METODOLÓGICOS [ semiotics and archeo architectural objects: theoretical and methodological aspects ] / Carlos González y José Berenguer

10/15 • INVESTIGACIÓN-CREACIÓN. INDAGACIONES DESDE DISCIPLINAS PROYECTUALES Y CREATIVAS [ research-creation. inquiries from design and creative disciplines ] / Mario Marchant

16/21 • GASTRO-ARQUITECTURA: PROYECTOS [ gastro-architecture projects ] / Alberto Bravo

22/29 • LOS HECHOS DE LA RAMADA. CARACTERIZACIÓN INTENSIVA DE CUATRO CASOS ENTRE CONCEPCIÓN Y COBQUECURA [ the ramada facts. intensive characterization of four cases between concepcion and cobquecura ] / Hernán Ascui, Claudio Araneda y Nicolás Sáez

30/35 •  EVERYTOWN: LA CIUDAD QUE NUNCA EXISTIÓ [ everytown. the city that never existed ] / Jorge Gorostiza

36/41 • ARQUITECTURA Y PODER: LA ARQUITECTURA COMO IMAGINARIO PÚBLICO EN LAS CIUDADES DEL VALLE CENTRAL DE CHILE DURANTE EL SIGLO XX [ architecture and power: architecture as public imaginary in the cities of the central valley of chile during the xx century ] / Andrés Maragaño

42/47 • GABINETES DE LA CIUDAD [ city gabinets ] / Alejandra Celedón

48/55 • VANGUARDIA ARTÍSTICA Y ARQUITECTURA MODERNA EN CHILE. DE CHARLES-ÉDOUARD JEANNERET A LE CORBUSIER, TRAMA Y ESCRITOS PARA UN HILO CONDUCTOR [ artistic avant-garde and modern architecture in chile. from charles-édouard jeanneret to le corbusier, plot and texts for a thread ] / Pablo Fuentes

56 • PUBLICACIONES [publications]

página web Revista 180
www.revista180.udp.cl

Próxima convocatoria
Número 37 a publicarse en agosto de 2016 bajo el tema “MATERIA EN TRANSFORMACIÓN”. Plazo de recepción de artículos: 31 de marzo de 2016, 18:00 horas.

Contacto
revista180@udp.cl

 

Revista 180 N36

TAPA_ARLA

REVISTA NOTAS CPAU

La Revista del Consejo Profesional de Arquitectura y Urbanismo

 

Hace 4 años, irrumpió en el CPAU un grupo de arquitectos dirigido por Cristina B. Fernández, que vinieron a decir lo que ya muchos sospechaban: que el valor del parque edificado de edificios racionalistas en la Ciudad de Buenos Aires, es quizás uno de los más importantes del mundo.
(…) Así comenzó el grupo de Moderna Buenos Aires. Pero después, fueron por todo. (…) Activaron el patrimonio, lo revivieron, y no les importó si fue antes o después de 1941. Lo activaron con Diseño, Jóvenes, Financiamiento, Recorridos, Fotos, Cine, Entrevistas, Bicis, Dibujos, Merchandising, Web, Redes, Participación
Y con gente, mucha pero mucha gente!

Arq. Ricardo Blinder, director Revista Notas CPAU

 

ACCIONES CPAU

04. ANTICIPANDO EL 2016. Por Augusto Penedo, Presidente CPAU
06. ACCIONES CPAU. Todo lo realizado por el CPAU durante 2015

MODERNA BUENOS AIRES

10. CONOCIENDO LA BUENOS AIRES MODERNA, por Cristina B. Fernández, responsable de la campaña de difusión de MBA.
12. OBRAS & ARQUITECTOS. Más de 500 obras relevadas y más de 140 biografías redactadas por arquitectos.
22. PROYECTOS URBANOS. Algunos de los proyectos analizados por Moderna Buenos Aires
24. DOCUMENTALES Y ENTREVISTAS: SERIE PROTAGONISTAS.
28. RECORRIDOS POR BARRIOS Y POR GRANDES OBRAS DE LA CIUDAD
30. MUESTRAS. Todas las obras en un solo lugar.
32. TEXTOS. Escritos relacionados con el Movimiento Moderno.
34. CROQUISEROS URBANOS. Salidas especiales para retratar la ciudad moderna
36. CONTEMPORÁNEA BUENOS AIRES. El futuro del Programa Moderna Buenos Aires
38. SITIO WEB Y STAFF DE MODERNA BUENOS AIRES

EJERCICIO PROFESIONAL Y CULTURA

44. DÍA MUNDIAL DEL URBANISMO. El consejo celebró la fecha con conferencias y charlas.
46. NUEVO CÓDIGO CIVIL Y COMERCIAL DE LA NACIÓN. Cómo afecta a la profesión.
47. NUEVO CÓDIGO DE EDIFICACIÓN. La propuesta del CPAU al Gobierno de la Ciudad para la modificación al código actual, ya obsoleto.
48. MUDANZA GCBA Y TRÁMITES A DISTANCIA | TAD
50. CAUSAS DE ÉTICA. Ejemplos de causas reales que se atendieron en el Consejo.
58. CONCURSO DE FOTOGRAFÍA CPAU. Los premiados
62. EL CPAU EN LA BIENAL DE ARQUITECTURA DE BUENOS AIRES – BA 15. DEBATE JUNTO A LAS FACULTADES DE ARQUITECTURA.
66. DÍA DEL NIÑO EN EL CPAU. La fiesta anual para los hijos de los matriculados!
68. BIBLIOTECA CPAU. Nuevas adquisiciones y números relacionados con la Arquitectura Moderna

NUEVO NÚMERO DISPONIBLE EN www.revistanotas.org

 

REVISTA NOTAS CPAU

La Revista del Consejo Profesional de Arquitectura y Urbanismo

NUEVO NÚMERO DISPONIBLE EN www.revistanotas.org

 

EL INTERIOR DE LA ARQUITECTURA

En los últimos 20 años los trabajos de muchos arquitectos, aun cuando tuvieran una base teórica, siempre fueron superficiales… superficiales porque el principal tema que encaraban era la superficie, las pieles. La mirada hacia el interior de la arquitectura, desde distintos campos, vuelve a ser fundamental en el desarrollo de la misma, y los arquitectos han comenzado a relativizar el interés por las pieles y a profundizar en la carne y los huesos. Ya es hora de mirar para adentro: casi todo parte del espacio, no del objeto.

Arq. Ricardo Blinder, director Revista Notas CPAU

 

HACIA EL INTERIOR

08. EL INTERIOR DE LA ARQUITECTURA O LA ARQUITECTURA INTERIOR. Por Vanesa Lijdens e Ignacio Trabucchi

12. EL INTERIOR DE LA DISCIPLINA | ENTREVISTA A DANIEL BECKER, uno de los autores del Centro Cultural Kirchner

18. ARQUITECTURA E INTERIORISMO. Por Julio Oropel

20. SIN SUELO. Por Matías Orbaiz

23. LEY DE RECUPERACIÓN DE EDIFICIOS. Augusto Penedo, Cristina Fernández y Margarita Charrière evalúan los efectos de la ley en la arquitectura interior de la ciudad.

26. DEL ÍCONO A LA PARA-ARQUITECTURA. Por Freddy Massad

 

EJERCICIO PROFESIONAL

32. PROGRAMA DE CAPACITACIÓN PERMANENTE | PCP.

34. CAUSAS DE ÉTICA.

36. EL CASO YACYRETÁ: UN NUEVO ESCENARIO DE DESARROLLO EN UN PAISAJE RESILIENTE

40. OBSERVATORIO METROPOLITANO: PARA MIRARTE MEJOR. Compilación y sistematización de planes, proyectos y normativas de la Ciudad de Buenos Aires

44. HABLAR DEL HÁBITAT. Políticas de suelo urbano. Tres conferencias del Instituto de Hábitat Urbano | CPAU

50. CONSTRUIR Y AYUDAR: ORGANIZACIÓN VIVIENDA DIGNA

52. TIPS PARA LA OBRA: COMO REALIZAR LOS PERMISOS ANTE EL GCBA

 

CULTURA ARQUITECTÓNICA

58. COLECCIÓN PATRIMONIO CPAU EN EL BORGES. La extensa colección de arte del Consejo se expuso completa en el centro cultural.

60. TALLER DE FOTOGRAFÍA CPAU. Todos los lunes, sumate!

62. CINECLUB CPAU. Cine y arquitectura, todos los primeros viernes de cada mes. Gratis!

64. MODERNA BUENOS AIRES | ENTREVISTA A NORMAN FOSTER

66. BIBILIOTECA CPAU. Nuevos números!

68. RELATOS ARQUITECTÓNICOS. Historias de arquitectura, contadas por arquitectos.

70. CROQUISEROS URBANOS DE BUENOS AIRES. Un croquis, una historia.

 

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